“Mas o vaso de barro que ele estava formando se estragou-se em
suas mãos; e ele o refez, moldando outro vaso de acordo com a sua vontade.” Jeremias
18:4.
O
produto descartável foi uma das mais brilhantes invenções do século 20. De um
simples copo a uma bela roupa de festa você encontra no mercado dos produtos
descartáveis. O descartável realmente faz sucesso. O que nos chama a atenção
são as características que identificam os produtos descartáveis. Eles são frágeis, sem durabilidade e você após usar, joga fora.
Esse
conceito tem permeado os relacionamentos pessoais e sociais criando a cultura
do descartável entre os indivíduos. Infelizmente essa cultura assimilada pelo
comportamento humano tem produzido uma sociedade individualista, egoísta, sem
afeto e respeito ao próximo. O ser humano não quer “quebrar a cabeça” para
consertar ou refazer seus relacionamentos. Não está dando certo –
descarta! Joga fora! E assim, temos uma
pilha de divórcios; inúmeras mães solteiras; a onda do “ficar” entre os jovens;
filhos abandonado pais; pais abandonando filhos e amizades que vem rápido e
vão-se mais rápido ainda. Os
relacionamentos familiares são os mais afetados por essa cultura de conotação “maligna”.
A cada dia há um índice muito alto de famílias sendo desfeitas porque seus
relacionamentos não suportam as intempéries da vida. Famílias com emoções e
sentimento fragilizados e sem durabilidade nos laços afetivos.
Estamos
vivendo isso porque os valores estão sendo invertidos dentro dos
relacionamentos. Tem uma frase que retrata bem essa verdade – Deus
criou as pessoas para amarmos, e as coisas para usarmos. Nós estamos amando as
coisas, e usando as pessoas – É
isso que vem acontecendo! A cada dia estamos perdendo o afeto e a sensibilidade
humana e nos tornando extremamente egocêntricos e materialistas. O pior de tudo
é quando esse modelo de comportamento social e familiar invade os átrios da
Igreja do Senhor. E, impossível de qualquer pastor não identificar, você
observa os irmãos indiferente uns para com os outros. Já não quer mais
conversa; já não senta no mesmo assento do outro; já não vai a igreja quando o
irmão (ã) vai louvar ou pregar; casamentos estão sendo facilmente desfeitos nos
bancos das igrejas evangélicas e, lamentavelmente, muitas das igrejas estão
sendo dividas por causa da fragilidade dos relacionamentos entre os seus
membros e pastores. O descartável é uma semente maligna semeada na mente da
sociedade. E cujos frutos quando não nascem podres se tornam azedos.
Ao
ler o texto, do profeta Jeremias (18.4), posso entender que Deus não aprova a
cultura do descartável dentro dos relacionamentos pessoais. O barro que se
estragou nas mãos do Oleiro, figura de Deus, não jogou-se fora, Pelo contrario,
ele simplesmente usou novamente o mesmo barro para fazer um vaso bem melhor e
conforme sua vontade. Como podemos ensinar para sociedade e para igreja que em
todos os relacionamentos tem momentos difíceis e até desesperador, mas que vale
a pena tentar reconstruir, refazer os relacionamentos. Nas mãos do Oleiro
(Deus) nada se estraga tudo é refeito, tudo é reconstruído. Por maior que seja
aos olhos humanos, até mesmo impossível, reconstruir a confiança e o amor de um
relacionamento, quando colocamos nas mãos de Deus seja amizade, namoro, noivado
ou casamento esse Artista com mãos hábeis
e perfeitas tem o poder para renovar e recriar um novo relacionamento bem mais
abençoado entre as pessoas. Para que seus relacionamentos não sejam
descartáveis coloque sua vida nas Mãos do Grand Oleiro. Porque se houver algum
problema Ele RESTAURA. ...
Pr. João Maria Martins
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